sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Representantes do SOERN participam do IX CONFIO

Na noite de ontem (29), no auditório do hotel Rifóles, em Ponta Negra, o presidente da FIO, José Ferreira Campos Sobrinho, declarou aberto o IX Congresso da Federação Interestadual dos Odontologistas – CONFIO. Participaram do evento profissionais de renome nacional e representantes das mais diversas entidades representativas da categoria, como; a coordenadora de saúde bucal do Ministério da Saúde, Rozângela Camapum; o presidente do SOERN, Ivan Tavares; o presidente do CRO-RN, Gláucio de Morais e Silva; a coordenadora de saúde bucal de Natal, Mauricéia Medeiros, representando a Secretaria de Saúde; o conselheiro Eimar Lopes, que representou o Conselho Federal de Odontologia; a presidente da Federação Nacional dos Odontologistas, Joana Batista; presidente da associação brasileira de ensino em Odontologia, Maria Celeste, entre outros.

De acordo com o presidente do SOERN, Ivan Tavares, o Congresso da FIO é sempre um fórum de discussão dos problemas da categoria, inseridos no contexto sócio-político do País. “Definimos não só diretrizes para o ano que se aproxima, como desenvolvemos argumentos para discussão da problemática da categoria, frente as suas necessidades e perdas”, disse e acrescentou que são discutidas questões trabalhistas e sindicais e a dimensão política que isso traz, além do envolvimento dessas questões na política nacional.

Ivan Tavares conta que antes do Congresso, houve a reunião da Federação e nela se discutiu essas diretrizes, levando em consideração o contexto político em que vivemos. “Foi definido pela FIO, que um dos pontos preponderantes nas diretrizes para 2016 será a confecção e o estabelecimento de um piso nacional para todos os municípios do País”, completa.

Já Eimar Lopes parabenizou o evento e o tema e disse que os desafios são muitos, principalmente nessas perspectivas de mercado de trabalho. “Temos um exército de reserva bastante grande e o governo não fez uma ponte até o outro grande exército, que representa a população que necessita do serviço. Agora chegou o momento de partirmos para os pormenores, as questões salariais e a qualidade dos serviços, sem deixarmos de lado o que já foi feito”, disse e acrescentou que há 14 anos a saúde bucal sequer estava inserida na estratégia de saúde da família.

A presidente da Federação Nacional dos Odontologistas também deixou sua palavra. “É hora da categoria erguer a cabeça e ter fé. Quem tem uma profissão bonita, valente de alto cunho social, ergue a cabeça e vai para luta. Estou aqui para reafirmar meu compromisso em unir forças com a FIO para dizer não a exploração dos dentistas na rede privada, pelos planos de saúde e no serviço público. É hora de ser unir em uma linguagem só, uma luta só”,  conclamou Joana Batista. Ela disse, ainda, que os dentistas não podem aceitar que uma consulta de odontologia seja vista como “uma olhadinha”. “Fazemos consultas e detectamos patologias sérias, pois a boca é o espelho do corpo”.

Quem também falou foi Rozângela Camapum, que falou “Nesse momento difícil na conjuntura nacional e internacional, não é fácil sustentar os princípios de solidariedade, ética e justiça e a FIO, aguerrida como sempre foi, mantém todos eles”, falou. Em sua opinião, a educação permanente é uma ação prioritária a ser efetivada.













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