sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Sindicatos lutam por melhorias na condição de trabalho

Ontem (29), pela manhã, o SOERN e diversos sindicatos da área de saúde se reuniram em uma Assembleia Unificada, que teve concentração na Praça Tamandaré, no Alecrim, em direção a Prefeitura do Natal, para reivindicar melhorias nas condições de trabalho.





O presidente do SOERN, Ivan Tavares explica a que se deve o movimento. “Estamos nas ruas, mais uma vez, em um momento de vanguarda e de resistência, pois entendemos que a PEC 241 vem desmantelar todo o sistema trabalhista brasileiro, pois retira dos trabalhadores, da base da pirâmide, direitos conquistados há décadas”, disse e acrescentou que tudo isso, é para alimentar um capital especulativo que detém dividas externas e internas.
Ivan Tavares, falou ainda das principais reivindicações. “Lutamos por isonomia salarial, por pagamentos em dia, pois mais investimentos na educação e na saúde. Queremos mais insumos e equipamentos, nos postos de saúde”, enfatizou o presidente do SOERN.

O presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Luciano Cavalcante, também deu sua opinião sobre o movimento. “Sem dúvida, um momento muito interessante para todas as categorias. Os trabalhadores devem estar unidos para combater esse desmonte que está sendo realizado pelo Governo Federal, pelo Município e Estado”, destacou e disse que isso não pode continuar.

O evento contou com o apoio do SOERN, SINSENAT, SINDERN, SINFARN e SINDSAUDE.
O diretor do SOERN, Flávio Calife também se pronunciou com relação aos descasos dos gestores, com os profissionais da saúde. “O movimento hoje é contra algumas medidas do Governo Federal, com relação a retirada de direito dos trabalhadores, mas acredito que esse momento seja mais de luta local mesmo, pois os profissionais do Município enfrentam sérias dificuldades. Posso ressaltar, a ausência de concurso público, que ninguém sabe quando vai acontecer novamente, desabastecimento nos pontos de saúde, atraso de salários, entre outros”, finalizou.

Para encerrar o ato, os trabalhadores que estavam em frente ao Palácio Felipe Camarão reforçaram o desrespeito com direitos já conquistados e as reformas trabalhista e previdenciária do governo Temer.









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