Na quarta-feira, 23 de maio, os servidores foram chamados a negociar com o governo.
Infelizmente, não é possível nem mesmo chamar o encontro com os secretários de Administração, Álber Nóbrega, de Saúde Dorinha Burlamaqui e o Consultor Geral, José Marcelo, de negociação.
Isso porque o que houve na verdade foi uma mesa da decepção.
O governo foi rápido e rasteiro: Não tinha nada a oferecer.
Até mesmo a suposta proposta apresentada na última audiência deixou de existir e o governo alegou que ela não seria nem oficial.
Muitas argumentações de ambos os lados marcaram a audiência.
Os representantes do governo sempre se prendendo ao limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal e às exigências do Tesouro Nacional.
O SOERN argumentou que é preciso fazer algo para tirar o Estado desse limite, como transferir aposentados e pensionistas para outras despesas correntes, mas o governo insiste que a solução é a auditoria na folha que está sendo feita em parceria com o INSS.
Segundo eles isso já mostrou casos de 173 pessoas mortas recebendo e mais de 500 pessoas com mais de 70 anos ainda na ativa.
Por fim, o SINDSAÚDE argumentou que é preciso não fechar o canal de negociação, e manter o diálogo com a categoria, apresentando, no mínimo, uma proposta alternativa para que se chegue a uma solução.
Infelizmente, não é possível nem mesmo chamar o encontro com os secretários de Administração, Álber Nóbrega, de Saúde Dorinha Burlamaqui e o Consultor Geral, José Marcelo, de negociação.
Isso porque o que houve na verdade foi uma mesa da decepção.
O governo foi rápido e rasteiro: Não tinha nada a oferecer.
Até mesmo a suposta proposta apresentada na última audiência deixou de existir e o governo alegou que ela não seria nem oficial.
Muitas argumentações de ambos os lados marcaram a audiência.
Os representantes do governo sempre se prendendo ao limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal e às exigências do Tesouro Nacional.
O SOERN argumentou que é preciso fazer algo para tirar o Estado desse limite, como transferir aposentados e pensionistas para outras despesas correntes, mas o governo insiste que a solução é a auditoria na folha que está sendo feita em parceria com o INSS.
Segundo eles isso já mostrou casos de 173 pessoas mortas recebendo e mais de 500 pessoas com mais de 70 anos ainda na ativa.
Por fim, o SINDSAÚDE argumentou que é preciso não fechar o canal de negociação, e manter o diálogo com a categoria, apresentando, no mínimo, uma proposta alternativa para que se chegue a uma solução.
FONTE: SINDSAÚDE
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