quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Dr. Paulo Santos fala à alunos e autoridades do curso de Odontologia Hospitalar












No Brasil, a Odontologia Hospitalar iniciou no século XX, na Casa de Saúde de São Paulo, pelo bucofacial Mário Graziani. A partir de 1945, o Hospital das Clínicas fez o primeiro trabalho de odontologia, sendo seguido pelo Instituto de Psiquiatria e Instituto de Ortopedia e Traumatologia, todos na cidade de São Paulo.
No sentindo de aprender um pouco mais sobre a Odontologia Hospitalar, o SOERN idealizador do Curso de pós-graduação no assunto, trouxe à Natal o Prof. Dr. Paulo Santos, da Faculdade de Odontologia de Bauru, no estado de São Paulo, para falar sobre "Dimensões e Práticas da Odontologia Hospitalar" , nos dias 18 e 19 de novembro, no auditório do CRO.
No primeiro momento do curso, o Prof. Paulo explanou a algumas autoridades presentes a importância da implantação da odontologia em hospitais e a economia que isso pode representar aos gestores. Entre os presentes estavam o prefeito e cirurgião dentista de Paus dos Ferros, Fabrício Torquato e Tahyana Menezes, representando a SESAP-RN.
O presidente do SOERN, Ivan Tavares disse aos presentes da importância deles se organizarem politicamente. “Nós estamos formando uma turma para se desenvolver cientificamente e para lidar, no dia a dia com os desafios de um ambiente hospitalar. São excelentes cabeças, mas digo a vocês que organizem-se para brigar politicamente e elevar cada vez mais a nossa categoria. Quem lutará por dignidade, serão vocês”, destacou.
De acordo com Paulo Santos a odontologia precisa de um tripé para funcionar. “Precisamos da prática clínica que é obrigatória, da política e da pesquisa para basear a atuação na odontologia hospitalar. É preciso uma ação conjunta dessas bases”, destacou o prof. Dr. que ainda explicou que a odontologia hospitalar funciona amparada pela atuação do cirurgião dentista generalista ou especialista, exercendo ações de alta, média e baixa complexidade.
“Se a nossa ação reduz o custo do gestor, ela é necessária. O gestor quer economia, precisamos mostrar que além da melhora da condição sistêmica do paciente, a nossa ação reduz custos para o hospital. Isso é odontologia hospitalar, finaliza Paulo Santos.

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